Música: Si Cranstoun

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Ex The Dualers, Si Cranstoun é dono de uma voz mega forte e bela, que lembra a dos cantores antigos como Jackie Wilson. Mistura um soul, com swing e que dá até pra dançar rockabilly :). Fez um videoclipe com Bernie Dexter e eu não sei dizer qual é minha música preferida, pois tem muitas animadas (dá vontade de dançar, mas dependendo da situação a gente se limita a bater o pézinho).

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Segue algumas das melhores. Aliás, pra quem não conhece, atentem-se a direção de arte e fotografia dos videoclipes. É simplesmente fantástico (principalmente a de Coupe Deville). E tem ainda uma versão (ótima) de Reet Petite.

Sopas Campbell’s e Warhol

As latinhas de sopa Campbell’s não é um produto oriundo da década de 50’s. Na realidade, tudo começou em 1869, e a ideia era fabricar tomates e demais vegetais enlatados. As sopas de tomate mesmo, surgiu lá pelo ano de 1895, mas o que torna as latinhas Campbell’s tão retro (mais do que o Leite de Rosas da vovó) é devido ao fato de ter sido imortalizado por Andy Warhol em 62 com sua arte das 32 latas de sopa. Por mais que surgissem outras embalagens, aquela que todos lembram é exatamente a vermelha e branca das pinturas de Warhol.

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32 Latas de Sopa Campbell fica no MoMA em NY

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1936 CAMPBELL'S SOUP Original Vintage Magazine

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A marca existe até hoje, e desde 2008 possui um redesign em suas embalagens, fugindo do estilinho antigo. E lá nos EUA ainda vende e muito. Ainda assim, Campbell’s para muitos é mais vanguarda do que marca de sopa. Além de ser um ícone da Pop Art, no começo do século XX haviam as ilustrações feitas por Grace Wiederseim de crianças brincando, conhecidas como Campbell Kids e que garantiu mais sucesso pra marca ainda, tanto que fizeram versões desses bonequinhos para dar de brinde.  It’s Amazing What Soup Can Do!

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Vintage 1964 Ad Campbell's Soup

Anúncio de 1964 com a criança de bochecha rosada. Medo de leve…

A Tok&Stok fez uma versão muito legal das latinhas de sopas em porcelana como saleiro e porta pimenta. É um dos “itens chamego” da minha cozinha =)

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Âncoras e a nova Tattoo!

E aee Fellas!

Já publiquei aqui minha resenha, mas enfim, há uns dias atrás assisti um filme da Bette Davis que entrou pra lista dos preferidos que tenho dela. Era o que faltava pra completar a ideia da minha tatuagem e ainda por cima tem tudo a ver com o conceito que eu queria pra minha âncora.

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Fiz algumas pesquisas e referências (principalmente no Pinterest) e eu gostei muito de uma com traços mais finos e umas flores. O que fiz foi redesenhar ela com uma faixa (que até então não sabia o que escrever). Já está na hora de fazer algo mais Old School e botar cores na pele, antes de eu virar uma mangá!

Abaixo, tem umas referências que eu peguei. Dá pra ver qual das âncoras me inspirei pra fazer a minha né?

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Massss, eu levei meu desenho no estúdio, e alguns pontos interessantes foram levantados a respeito do meu desenho. Os principais foram a desproporção das flores com a âncora, e o fato que um elemento em volta daria uma “segurada” no desenho, não deixando ele tão solto.

Fui lá na Analogic Love da Augusta e fiz com a Maria Fernanda, que redesenhou a âncora pra mim =) O resultado ficou bem diferente do inicial, mas eu gostei bastante \o/ Já comecei as referências da próxima, hahahaha

Estúdio Analogic Love

Estúdio Analogic Love

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Tattoo finalizada com sucesso. Há!

Tattoo finalizada com sucesso. Há!

E pra quem gosta de âncoras também e já quer pensar na próxima (ou primeira) tatuagem, segue um site só com inspirações de âncoras: The Anchorist. Algumas são meio tenebrosas, mas outras são muito bem feitas! hahaha

No estilo Hillbilly

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Oi galerinha! Tema fashionista retro de hoje é o Western! Não é todo mundo que aprecia o estilo, mas há quem curta um Hillbilly e queira ter pelo menos alguma pecinha dessas no armário, pra aquele momento que você quer dançar a cantar bem alto “Folsom Prison Blues” \o/ Não achei muita coisa nas lojas virtuais, a que mais vende peças assim (com um pegada mais Hillbilly e ZERO Villa Country) é a MyBoy Dean =)

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1. MyBoy Dean | 2. MyBoy Dean | 3. MyBoy Dean | 4. Bella Donna | 5. Vudu

Pra entrar no clima, um somzinho legal procêis:

Hemingway & Gellhorn (2012)

“I do not see myself as a footnote to someone else’s life.”

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hg1Um telefilme produzido pela HBO e dirigido por Philip Kaufman (Contos Proibidos do Marquês de Sade,  A Insustentável Leveza do Ser) que apesar de trazer uma dupla forte de protagonistas – Nicole Kidman sendo a jornalista e correspondente de guerra Martha Gellhorn e Clive Owen sendo o escritor norte-americano Ernest Hemingway – não se sustenta muito bem, e explora pouco alguns fatores da história, que poderiam trazer um roteiro mais forte.

Mas, considerando os pontos positivos, podemos destacar a química forte de Kidman com Owen. O filme tem algumas cenas mais “intensas”, e talvez por isso neste quesito a produção garante êxito, afinal, além das mãos de Kaufman, ainda temos Owen que convincentemente transmite lascividade a Kidman. Difícil não lembrar de Closer quando assistimos algumas cenas de Owen neste filme. Kidman por sua vez, está sensacional no papel. Ela passa a força que podemos imaginar de alguém com personalidade forte como Gellhorn. A fotografia também é bastante interessante, viajando pela Espanha, Cuba e China. Gellhorn acompanha a gravação de um longa sobre os republicanos produzido também por Hemingway.

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Seria uma história de amor se não fosse pela vida real. O casamento de Hemingway e Gellhorn durou 5 anos. Posteriormente, ele se apaixona pela sua 4º esposa. Entretanto, sua experiência com a guerra civil da Espanha e seu romance com Gellhorn são descritos no livro Por quem os Sinos dobram (1940). Mas, deixando de lado nossos anseios por romances, não são cenas completamente desperdiçadas. Tem uma boa direção de arte, inclusive, um recurso que achei bem legal foi o efeito de vídeo antigo aplicado nas cenas de guerra, como se fossem materiais originais (nitidamente não era, mas tudo bem, vale a intenção) e ainda tem Rodrigo Santoro fazendo um professor espanhol (Paco Zarra) que lutava na guerra civil (e mesmo num papel secundário, ela chama atenção).

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