Open House (2010)

“I loved this house!”

Como não sou uma profissional de cinema, eu não vou forçar um papel de imparcial e tentar uma boa crítica. Então, vou exprimir a minha vontade reprimida: Que bosta de filme… Mas hey, Natalia! Gosto não se discute! Então vamos fazer uma resenha mostrando os pontos positivos e negativos do longa para que cada um tire suas conclusões certo? Vai que é o melhor filme do ano e é eu que tenho um péssimo gosto? Então vamos lá….

Brian Geraghty é o salvador do filme. De fato, pode-se indagar: Po, mas Stephen Moyer e Anna Paquin, o casal 20 de True Blood e da vida real estão no elenco também não estão? Sim, estão… mas fazem uma ponta ridícula no filme, que seria melhor nem ter feito. Mas, acontece o seguinte…

O diretor do filme, é Andrew Paquin, o irmãozinho de Anna. Suponho que deve ter ocorrido um churrasquinho em família de domingo e ae Andrew sugeriu pro cunhadão: “Hey, Stephen, to fazendo um filme de terror meio fraquinho, você pode fazer uma ponta e sair na capa do DVD pro filme parecer interessante? Alias, rola de você convencer minha irmã?”

Eis que Stephen Moyer aceitou e ambos (ele e Anna) aparecem na capa do filme como se eles fizessem o papel principal. Tosco, tosco, tosco…

Mas, voltemos ao Brian Geraghty… Ele é o salvador porque é o único que faz um bom papel, assim como consegue representar muito bem um cara psicótico. Seu rosto não tem expressão quando ele mata. E se há algo mais amedrontador do que o rosto de um assassino com expressão de raiva, ou maluco, é um rosto sem expressão alguma… se torna muito pior. Bom, neste caso não botou medo algum, mas não é culpa do ator, e sim da direção de arte…

David (Brian Geraghty) e Laila (Tricia Helfer) são um casal de psicóticos assassinos que fingem comprar uma casa, mata toda a galera que mora dentro e vivem lá por uma temporada. Essa é a proposta quando eles chegam na casa da recém solteira Alice (Rachel Blanchard). Porém David, responsável por eliminar os moradores, resolve não matar Alice e mantém ela aprisionada num armário do porão… Esta é a sinopse.

Os pontos fracos são que a história não te prende, e lembra aqueles filmes de suspense e assassinatos que passam na Band sabe? A interpretação dos atores são fraquíssimas, até mesmo de Moyer e Paquin (exceto o psicótico). As mortes não causam impacto, apesar de uma referência a la Psicose… Pois é Andrew, não foi dessa vez que você entrou pra lista colorida de diretores da Natalia!

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