Moda praia anos 50

Fotografado por Gordon Parks em 55 para a Life Magazine. Gostei do azul =P Agora, o que me intriga é o seguinte: Numa época da qual não existia o Photoshop, como ocorreu este fenômeno com o quadril dessa modelo? o.O

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Música: Dion and the Belmonts

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Uma das vozes que eu mais gosto dos anos 50 é a de Dion DiMucci. Junto com outros três integrantes (incluindo Fred Milano, que faleceu no começo do ano passado) eles montaram em 1958 o quarteto de Doo Woop, Dion and The Belmonts.

A banda completa teve uma carreira curta, pois Dion saiu da banda no começo de 60 para fazer carreira solo. Nesse tempo, surgiu The Wanderer e a clássica mais que clássica Runaround Sue.

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Dion com o cartaz do Festival de Inverno que trazia Big Bopper, Ritchie Valens e Buddy Holly.

Dion ainda está na ativa. Curioso é pensar que ofereceram a ele para rachar o preço do avião, do qual acabou levando a vida de Buddy Holly, Big Bopper e Ritchie Valens, no Festival de Inverno de 59. Dion recusou pois achou 36 dólares muito caro e era o preço que seus pais pagavam na mensalidade do apartamento no Bronx. Enfim, listo aqui as 3+ do Dion and The Belmonts, incluindo minha preferida A Teenager in Love =)

Ch- Ch- Ch- Cherry Bomb!

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Hello Rockabellas!

Há diversos ícones e elementos que são reconhecidos como algo mais retrô ou propriamente digno de uma pin-up :) As cerejas fazem parte desse leque de elementos, e apesar de não ser meu ícone preferido, adoro as combinações de cores das peças que usam elas como padronagem. Até porque, cereja é aquele magenta indo pro vermelho, uma cor forte que com azul e um verde claro fica mega bonito e contrastante. Separei algumas pecinhas e vestidos legais que tem as cerejinhas como tema pra servir de indicação/inspiração pra quem procurar ;)

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1. Kika Com Arte | 2. Little Cure | 3. Vudu! | 4. Mari & Mag | 5. Kika Com Arte | 6. My Boy Dean | 7. Velotrol Kids | 8. Mini Bella | 9. My Boy Dean | 10. My Boy Dean | 11. Caramelis | 12. Dona Linha

Das coiseras que eu tenho, quase nada de cerejas, hahahaha. Tenho um colar mais delicadinho (comprei na 25, mas tem na Mini Bella lá no Tanlup), um colar de bolas flocado (ok, não é necessariamente uma cereja, mas serve de cosplay), ele comprei na Cada Qual que tinha em Pinheiros mas fechou >.< (mas tem na Augusta!).

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Por fim meu vestido, que tirei foto só da parte de cima porque as demais fotos ficaram uó. Fico devendo uma do vestido inteira! Ele comprei lá na lojinha do The Clock e é pura paixão <3 Como ele é mais compridinho (bate abaixo do joelho) é perfeito pra dançar Rockabilly.

E vocês, também tem coiseras de cerejas?

=*

Diner: The Fifties

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Yeah! Tenho diquinhas de lugares pra comer trasheira 50’s! E como o nome já diz, o The Fifties é bem a cara dos diners dos anos 50. Tem várias unidades atualmente, mas a registrada abaix0 é a unidade do Itaim. Tem um ambiente mais sucinto com detalhes marcantes de época somente nas mesas (sofás e banquinhos com acolchoados em vermelho), no chão quadriculado, no uniforme dos garçons, nos quadros (todos em PB mas de produção própria da marca, sem registrar a época antiga, só utilizando na linguagem mesmo) e claro na comida. Lanches gigantescos, Milk Shakes, e o melhor de tudo: Coca-Cola na garrafa :D

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A música ambiente não é da época. Acho que em geral o restaurante tenta trazer um equilíbrio da atualidade e do retrô, com referências sutis. Mas, ainda assim, a identidade visual é de muito bom gosto. E o cardápio (não tirei foto =/) é super bem feitinho, com o formato de um jukebox. Uma informação bem útil somente pra aqueles (como eu) que se importam com essas coisas, né? =P

Acho que o destaque da casa é a batata com cheddar e bacon por cima. Gordice cinquentista exemplar. De lanche, destaco o Pic Oceania com Onion Rings dentro. Mas, você encontra coisinhas mais “leves” como wraps e beirutes…

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Muita gente deve já conhecer o The Fifties, ele não é tão novidade assim até por contar com muitas unidades espalhadas nas principais capitais. Mas, se a missão aqui do blog é destacar os Diners de SP, que comecemos por este então :D

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The Balm e sua Identidade Retrô, chega ao Brasil

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Oi Galerinha!

Não sei se todos conhecem a marca americana de maquiagem The Balm, afinal, ela acaba de chegar no Brasil. O que me chamou atenção e resolvi trazer aqui pro blog, foi a identidade visual que a marca utiliza. Através da linguagem retrô que é o grande diferencial, a marca expõe as embalagens das makes que fica aos cuidados da Designer Mary Munoz. E não é só a parte gráfica e as makes em si que atrai. A marca tem uma linguagem bacana pra comunicar a qualidade de seus produtos, através de personagens retrô. Por exemplo, a Máscara de Cílios questiona sobre qual é o seu tipo, fazendo alusão a algum galã da década de 50 :) Você pode escolher entre o alto, de preto e elegante ou o longo, volumoso e definido, hahahaha E também tem as irmãs de bronzer e iluminador que estão sendo procuradas pela polícia por serem incrivelmente belas. Despertando a vontade de colecionar que há dentro de mim, eis alguns dos produtos (reparem nas embalagens):

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Os batons são cremosos e possui  seis tons com sabor de menta e baunilha: vermelho, nude, coral, bronze, rosa e marrom.

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A belezinha da paleta nude foi o que mais me encantou. Com 12 sombras aveludadas, entre tons neutros e de bronze. Cada dupla de sombra representa uma mulher com uma “fase”, que varia com nosso humor e dia, quando temos por vezes o lado mais sexy ou mais sério por exemplo.

Mamas

Já a coleção Mama é composto de um bronzer, um blush e um pó translucido que absorve a oleosidade da pele. Pretendo ainda testar os produtinhos pra ver a cobertura, durabilidade, etc, mas no quesito design retrô mandaram muito bem.

A marca pode ser encontrada na The Beauty Box virtual e logo logo nas lojas físicas.

Bjs e até a próxima \o/

A Estranha Passageira (1942)

“Oh Jerry, don’t let’s ask for the moon. We have the stars.”

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Now1Todo mundo tem um artista preferido. Alguém que pouquíssimas vezes (ou nunca) te decepcionou. Eu tenho a Bette Davis, pra quem ainda não sabe =) Anyway, todo mundo que tem um artista preferido, tem também um trabalho preferido desse artista. Apesar de me intitular fãzaça de Davis, eu não vi toda sua filmografia – ainda. E até semanas atrás o meu preferido dela era O Que Terá Acontecido com Baby Jane? Isso mudou quando eu assisti A Estranha Passageira (Now, voyager – 1942). Mais do que gostar, achei tão especial que vai ser tema da minha próxima tatuagem, como homenagem a Davis. Ainda acho que posso mudar de filme preferido, conforme vou completando a lista (ainda não vi A Carta que falam que é ótimo). Mas, enfim, vamos pro post!

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Charlotte Vale, já estava pra titia. A única filha de Mrs. Vale que não se casou e estava destinada a cuidar de sua idosa e viúva mãe. Era reprimida a todo tempo, com sua mãe tomando todas as decisões dela, como quais roupas vestir. Por conta disso tudo, Charlotte foi considerada pela irmã e mãe, como uma pessoa com sérios distúrbios mentais, a beira de um ataque de nervos. Isso faz com que sua irmã trouxesse para a casa a visita do psiquiatra Dr. Jaquith (Claude Rains). Ela então passa um período num sanatório e ao receber alta, ganha de presente um cruzeiro para a América do Sul. É lá no navio que ela conhece Jerry Durrance (Paul Henreid).

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O “não-dito” deseja, pela vida e pela terra jamais concedidas. Agora, Viajante, navega tu adiante, para procurar e encontrar.” Um trecho do poema de Walt Whitman é narrado pelo Dr. Jaquith à Charlotte, e ele serve como um resumo claro da história dela, visto que ao embarcar no cruzeiro, sua vida muda completamente.

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Um detalhe clássico que marcou o filme, foi o gesto de Jerry acender dois cigarros de uma vez e oferecer um a Charlotte. A cena é repetida diversas vezes com grande sutileza, causando mais afeto do que redundância. Com exceção da embaraçosa cena do acidente de carro com um motorista brasileiro chamado Giuseppe (que tinha um sotaque numa mistura bizarra de espanhol, com português e italiano), o filme todo é lindo, e nossa Bette obviamente dispensa comentários. Se transforma em cena, sustentando perfeitamente a Charlotte perturbada e a Charlotte destemida. Todos amam Bette! \o/

Posters antigos para download

Hello Rockabellas!

Olha que riqueza: um site que disponibiliza gratuitamente alguns posters antigos para download. E o melhor: em alta! Bom, não dá pra fazer um poster em A2, a resolução não é gigantesca assim, mas um A3 dá tranquilamente =) Achei a dica lá no blog Casa Montada.

Vintage Image of the "We can do it!" Rosie the Riveter Poster by

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Dai, como gostei de vários, vou imprimir e fazer uns quadrinhos. Depois eu posto pra mostrar como ficou :)