Menina de Ouro (2004)

“Fly there, drive back.”

Vencedor do Oscar de 2005 nas categorias: Filme, diretor (Clint Eastwood), atriz (Hilary Swank) e ator coadjuvante (Morgan Freeman). Aqui temos um filme que ganhou merecidamente o Oscar, bem como seu elenco magnífico. Que bom que o Oscar não decepciona todo ano, amém!

Maggie (Swank) tem 31 anos quando começa a frequentar a academia de Boxe de Frankie (Eastwood). Seu sonho era se tornar uma grande boxeadora e como ela mesma afirma em uma determinada cena para Frankie, se ela não fosse capaz disso ou se fosse velha demais para isso, não seria capaz de mais nada. Tendo seu pedido de ser treinada por Frankie diversas vezes negado, por Frankie afirmar que não treina garotas, temos Eddie Scrap no meio (Freeman, que já atuou com Eastwood em Os Imperdoáveis), um ex-lutador que ajuda Frankie na academia. Ele é o responsável por promover o vínculo entre Frankie e Maggie, para que a garota pudesse ser treinada e alcançar o sonho de lutar um Mundial. Os três trazem uma sintonia perfeita neste filme, e a relação de Frankie com Scrap possui elos do passado que também leva a Frankie um sentimento de culpa: Scrap, negou-se parar sua 109º luta por conta de seu olho. Frankie não fez nada a respeito, permitiu que a luta continuasse, e então Scrap acabou perdendo o olho direito, tirando-o para sempre do ringue. Este é um detalhe interessante que justifica o porque de Frankie temer levar seus lutadores para campeonatos maiores ou mesmo de querer treinar “uma garota de 31 anos”.

Maggie é uma garota caipira cuja a família sempre a desprezou. Vivia sozinha e trabalhava há muito tempo como garçonete, vivendo uma vida simples, juntando todo seu salário para comprar artigos de Boxe. Frankie é o Clint Eastwood de demais outros filmes: rabugento, com um rancor específico do passado que amolece seu coração conforme o carisma de algum aprendiz que o filme nos revela. E que no caso aqui é evidentemente Maggie. Frankie ainda possui uma relação conturbada com sua filha, e gasta seus finais de semana aporrinhando um padre com piadinhas blasfêmicas e céticas. Todas essas condições vão sendo metamorfoseadas por consequencia dos acontecimentos, mas aqui, apesar de uma situação previsível, temos uma lição de vida, encapuçada sobre regras do esporte. Eastwood já trabalhou com esta ótica também em Invictus, mas na época em que Menina de Ouro foi lançado, quando todos imaginavam que Frankie iria treiná-la mais cedo ou mais tarde, e que ambos trocariam o carisma de “pai” e “filha”, o diretor nos mostra mais do que o simples resultado disso tudo (que no caso é surpreendente e um tanto “não feliz”, típico de Eastwood). Nos mostra o poder da realização dos sonhos e de encarar qualquer fim, tendo considerado que viveu o suficiente para ver seus sonhos concretizarem.

Menina de Ouro nos toca do começo ao fim, pela simplicidade de Maggie, sua solidão constante até começar realmente a lutar, e até mesmo em personagens secundários como o garoto Danger (Jay Baruchel) que apesar de ser responsável por alguns momentos cômicos do filme, é responsável também por uma parcela de sensibilização que o filme nos passa.

Se você é um daqueles que não tem muita paciência para tramas trilhadas por algum esporte específico, considere este como um que foge desta mesmice. O Boxe é sim uma constante no filme, mas nem por isso traz para o enredo uma chatice de vitória e derrota típica de Sessões da Tarde. O Drama representado aqui, através dos acontecimentos e dos personagens, é forte, dói e magoa quando a gente assiste até o fim.

Por que não há remake para Karate Kid

“BANZAIIIIIIIIIII”

Eu tava louca pra detonar o remake de Karate Kid. Considerando ainda mais que não mantenho muita finesse e bons modos no blog, porque meu talento crítico cinematográfico é tão bom quanto minha competência de matar uma mosca com Hashi… Então quando tem algo que não gosto eu adoro detonar, como também respeito os comentários discordantes. Assim funciona a blogosfera, amém! Mas enfim, eu não vou detonar o remake. Invés disso, eu escolhi relembrar a trilogia oitentista, e desta forma, a gente pode concluir a razão por este remake não ser um remake…

Mr. Miyagi: Always scare. Miyagi hate fighting.
Daniel-San: Yeah, but you like karate.
Mr.Miyagi: So?
Daniel-San: So, karate’s fighting. You train to fight.
Mr. Miyagi: That what you think?
Daniel-San: [pondering] No.
Mr. Miyagi: Then why train?
Daniel-San: [thinks] So I won’t have to fight.
Mr.Miyagi: [laughs] Miyagi have hope for you.

Não há nada de fenomenal que você possa ver em Karate Kid – A hora da Verdade. Nem mesmo na continuação (A hora da verdade continua) ou em Desafio Final. Nem mesmo na versão feminina com Hillary Swank…

Daniel (Ralph Macchio) é um menino que apanha dos bad boys da nova cidade, e também por conta disso, ele procura uma academia para treinar artes marciais. Quando ele vê que os meninões do mal fazem Karatê nesta academia (a Cobra Kai) ele pede pro zelador do condomínio treiná-lo… Sr. Miyagi (Pat Morita), um senhorzinho zen de Okinawa, passa a treinar Daniel LaRusso para ele competir com a galera do mal do Cobra Kai no campeonato de Karate. É isso. Roteiro meio clichê, previsível, aventura de Sessão da Tarde. Entretanto, influente.

Mr. Miyagi: Daniel-san, never put passion before principle. Even if win, you lose. “

Influente porque Karate Kid marcou a geração. Não há como não ouvir a música Glory of Love sem lembrar do filme. Ou mesmo lembrar do famoso Golpe da Garça que até onde sei, isso não existe no karate Shotokan (embora o chute somente, seja um “Tobi Nidan Mae Gueri”). E sobretudo, as lições e citações do Sr. Miyagi, evidente (Aliás, a versão em DVD da trilogia nos presenteia com cards de imagens e citações do Sr. Miyagi ^^)…

Daniel-San: You could have killed him, couldn’t you?
Mr. Miyagi: Aiy.
Daniel-San: Well, why didn’t you?
Mr. Miyagi: Because Daniel, for man with no forgiveness in heart, life worse punishment than death.

Apesar do roteiro nada inovador, os dois primeiros são meus preferidos. A lição que passa, não só aplicado no karate, mas na vida, é algo que marca o filme, mesmo que traga um apelo emocional intensificado por sonoplastia e demais itens hollywoodianos. O terceiro foi um fiasco, com aquele carinha do rabicó (Terry Silver) mas deu pra se emocionar até pela crise amorosa de Daniel San com Sr. Miyagi. E o quarto, ou melhor, primeiro sem Ralph Macchio e com a Swank eu confesso que nem assisti.

Mr. Miyagi: You remember lesson about balance?
Daniel-San: Yeah.
Mr. Miyagi: Lesson not just karate only. Lesson for whole life. Whole life have a balance. Everything be better. Understand?

O mais bacana de tudo é o humor do Sr. Miyagi. Principalmente no começo do segundo filme, quando ele dá umas manobras evasivas no soco do Sensei do Cobra Kai, dá uma tirada ainda com o tema idiota do Sensei Kreese (“Show No Mercy!”) e no fim aperta o nariz do cara com um ‘Fóó’. Humor Okinawano ^^

Tão influente e oitentista, que Ralph Macchio, hoje com o peso da idade nas costas, recusou o papel ou mesmo uma ponta no remake lançado em 2010, por respeito aos fãs da produção original:

“Não tenho a menor vontade de participar ou fazer uma ponta, porque ninguém quer ver Daniel LaRusso aos 40 anos”.

Eu achei Fodástico essa resposta dele, pois mesmo num tom de brincadeira, Macchio disse uma verdade esmagadora. Tem coisas que tem que ficar no passado. Não adianta reviver pra arrecadar bilheterias. Tanto que pra não ser cuspido o Karate Kid, o filme de 2010 retrata o mesmo roteiro dentro do Kung Fu, mantendo o título original de 1984 sabe se lá porque. Contudo, na China o filme é chamado de Kung Fu Kid, afinal convenhamos: Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa, né?

Top 10 Tragédia

Saudações!

Ainda com nosso especial Dia dos Namorados, o segundo e último post a respeito.

Desta vez, apresentamos aqui um Top10 Tragédia, ranking com os 10 romances mais trágicos.

Quando digo tragédia, não necessariamente me refiro que alguém se lasca no final. Então, não se preocupem de encontrar Spoilers. Há alguns que contém Spoilers na descrição do ranking, mas em cada tópico que houver, terá uma indicação de aviso =).

Este top, é direcionado para os filmes onde nem sempre os casais vivem juntos, ou até vivem, mas possuem uma trama conturbada. E apesar disso tudo, não faz o filme ser ruim, pois ele transmite a essência da idéia e mensagem que quer passar, sendo por vezes bonito e (quem sabe) muito triste.

Então vamos lá…

10º – Amor nos tempos da Cólera – (2007) – Dir.  Mike Newell


“Fermina I have waited for this opportunity for 51 years, nine months and four days. That is… how long I have loved you from the first moment I cast eyes on you un… until now.”

 

Florentino Ariza se apaixona pela doce Fermina Urbino no momento em que ele a viu. Entretanto, como o amor entre ambos era proibido devido a diferença de classe de cada um, Fermina se casa com o médico Juvenal, e assim vai vivendo seus dias, constituindo família.

Florentino então espera a morte do marido de Fermina para que ele possa finalmente ter seu amor retribuido. Enquanto isso, vai fornicando com todas as mulheres da cidade, do país, e os anos vão se passando.
51 anos depois, nem mal o cadáver do marido de Fermina esfriou (esperou tanto tempo, um semaninha a mais seria demais?), Florentino já vai lá pedir seu amor finalmente.

É uma história linda, de fato, derivada do livro de Gabriel Garcia Marquez. Tem um final bonito e até feliz se for analisar. O trágico da história toda (trágico e belo) foi o moço esperar todo esse tempo pela mulher.

O filme é bem feito, e ainda tem Fernanda Montenegro no elenco, fazendo o papel da mãe de Florentino.

 

09º – Romeu e Julieta – (1996) – Dir.  Baz Luhrmann

“Death, that hath sucked the honey of thy breath, hath had no power yet upon thy beauty.”

 

Bom, eu posso ser sucinta pra falar deste filme né, considerando que praticamente todo mundo conhece a história e o porque da tragédia.

Mas, vamos considerar o lado “feliz” da história, justificando o porque que este filme aparece em 9º. Os dois morrem juntos. Os dois se matam. Apesar de garantirem amor eterno no inferno…

Eu coloquei esta versão, porque nela você pode ver o Michael de Lost (Walllllttt!!!) totalmente em visu travesti, além do que é uma versão bem bacana também.

08º – Moulin Rouge – (2001) – Dir.  Baz Luhrmann


“The greatest thing you’ll ever learn is just to love and be loved in return. “

 

E ora, vejam só: mesmo diretor de Romeu e Julieta.

Moulin Rouge é um dos meus filmes preferidos. Tem um quê de musical bem dosado, com musicas contemporaneas (aquela cena do telhado com “Heroes” é maravilhosa).

Toda a fotografia do filme, os tons escarlates, a altissima saturação que esbanja volúpia, glamour, e mescla a tristeza e enfermidade de Satine no fim, dando um contraste lindo da inconstância da vida.

A história me faz lembrar um pouco o livro A Dama das Camélias, com aquela história de mentir pelo bem do amado, e resultar em rancor e angústia.

 

07º – O Morro dos Ventos Uivantes – (1992) – Dir.  Peter Kosminsky

“Be with me always, take any form, drive me mad, only do not leave me in this abyss, where I cannot find you!… I cannot live without my life. I cannot live without my soul.”

 

É mais do que um dos meus filmes preferidos. É meu romance preferido. Trágico, devastador, cheio de mágoa e raiva por amor em demasia. Há quem fale que é uma história sobre ódio e não amor. Quem afirma isso, não viu o final, de certo. Não viu o significado por trás da história.

Catherine Earnshaw em seu auge de egocentrismo e futilidade, escolhe viver uma vida melhor com o almofadinha Linton, ao mesmo tempo que queria ter Heathcliff para sempre em seu calcanhar. Tempos depois, quando a vida se torna uma plataforma incapaz de uni-los novamente, ela se dá conta, assim como Heathcliff, em sua cegueira de vingança lamenta o passado, e alimenta a raiva de todo e qualquer coadjuvante dela.

Deixando de lado toda as especulações sentimentalistas deste romance genial, é trágico porque em vida, houve várias pisadas de bola da parte de ambos (Isto explica também a 7º posição), e toda a história é marcada pelos atos de vingança de Heathcliff (interpretado por Ralph Fiennes com aquele rabo de cavalo com fita de cetim preta *-*).

 

06º – O Leitor – (2008) – Dir.  Stephen Daldry

“It doesn’t matter what I feel. It doesn’t matter what I think. The dead are still dead.”

 

Hanna é uma figura esquisita. Não sabe ler e escrever, e sente vergonha disto. Ela conhece Michael, que até então era só um garoto que fica doente e é acolhido por ela. Desde então, eles passam um tempo juntos, tendo bons momentos. Michael tinha o hábito de trazer um livro para Hanna e ela pedia sutilmente para que ele lesse para ela.

E de repente, Hanna some do mapa. Michael sofre, choraminga, come o pão que o diabo amassou. Mas no fim, se casa com outra, e anos depois ele reencontra Hanna numa situação delicada…

É trágico, porque Hanna não admitiu suas fraquezas, se ferrou com isso, e ainda por cima, o final é marcado de pura mágoa, pena, e tristeza.

Sem mais.

05º – Doce Novembro – (2001) – Dir.  Pat O’Connor

“November is all I know, and all I ever wanna know.”

 

ATENÇÃO! Spoiler no tópico.

Afinal, como explicar a posição do filme, se a tragédia fica no final?

E é assim. Sara vai morrer. Dai ela passa um “doce Novembro” ao lado de Nelson, numa intesidade romântica, linda e etc. E pronto, acaba o prazo e ela tem que morrer, dai o cara fica sozinho como antes, desta vez com o coração partido. ???!!??

 

04º – O Fantasma da Ópera – (2004) – Dir.  Joel Schumacher

♫ “Say you’ll share with me one love, one lifetime. Lead me, save me from my solitude.”♪

 

ATENÇÃO! Spoiler no tópico.

Você assiste o filme, e aparentemente pode não achar que merece o quarto lugar de top tragédia. Mas eu vou considerar alguns fundamentos conceituais da história.

Primeiro: Christine não amava o fantasma.

Segundo: O fantasma era um coitado solitário que obtinha respeito das pessoas somente pelo medo que causava a elas.

Terceiro: O fantasma sabia disso tudo, e abre mão de seu egocentrismo (aprenda isso, Catherine Earnshaw!), e preferindo antes de tudo a felicidade de Christine, deixa ela partir com Raoul, mesmo tendo aprisionado o cara momentos antes.

Um clássico com a belíssima atuação de Gerard Butler (ainda queria saber se é ele mesmo que canta, porque puta merda, que voz impressionante) trazendo no filme toda a beleza do musical de Andrew Lloyd Webber. Eu tive que comprar o cd da trilha sonora, porque até mesmo só ouvindo as músicas sem mesmo considerar a letras, você percebe a paixão, raiva, enfim, o sentimento de cada parte, expostas de forma divina na melodia.

03º – Cidade dos Anjos – (1998) – Dir.  Brad Silberling

“I’m not afraid. When they ask me what I liked the best, I’ll tell them, it was you. “

 

ATENÇÃO! Spoiler no tópico.

Sei que todo mundo parece amar esse filme, mas eu acho chato. Na primeira vez até gostei, mas não tive mais paciencia de ver numa segunda.
E, assim como todos os filmes que não sou muito fã, vou resumir a justificativa da posição no ranking, daquele jeitinho desdenhoso mágico…

Funciona assim: O cara é um fantasminha camarada. E se apaixona por uma médica, que está viva em carne e osso, a Maggie. Aí passa todo aquele romance intangível dos dois, e daí ele abre mão da eternidade para ficar com ela. Se espatifa todo no chão, vai todo detonado atrás dela (que tinha ido embora da cidade), toca aquela música bonitinha do Goo Goo Dolls, eles se amam carnal e intensamente, e no dia seguinte ela vai comprar pêras, fecha os olhos andando de bike pra curtir a natureza e dá de cara com um caminhão. Daí ela morre.

Sim, é uma história bonita mesmo, eu também acho… Mas é bem trágica não?

 

02º – Em algum lugar do passado – (1980) – Dir.  Jeannot Szwarc


“There is so much to say. I cannot find the words. Except for these: I love you”. Such would I say to him if he were really here. “

 

ATENÇÃO! Spoiler no tópico.

O filme é derivado de um livro de Richard Matheson do qual conta sobre um cara – Richard Collier (interpretado pelo superhomem Christopher Reeve) que descobre que está doente, e ao fazer uma viagem, ele encontra um quadro de uma mulher no hotel em que está hospedado.

Daí ele descobre que está apaixonado por ela e que já esteve com ela em “algum lugar do passado”. Nisso ele faz uma imersão no tempo em seu quarto (compra roupas antigas, e tudo que faça o psicológico dele acreditar que está no passado) e acaba “voltando” e encontrando Elise McKenna por quem está apaixonado.

É trágico porque no auge de seu romance com a moça, ele enfia a mão no bolso e encontra uma moeda atual! Isso faz com quem a mente dele se dê conta da realidade e ele volta pro presente. Que zica dos infernos hein?

01º – P.S. Eu te amo – (2007) – Dir.  Richard LaGravenese

“Don’t be afraid to fall in love again. Watch out for that signal, when life as you know it ends. P.S. I will always love you “

 

Contar o começo é spoiler? Não né? Ok, então isto que vou lhe contar NÃO é um spoiler, tem até nas sinopses… O mocinho morre no começo. Sim, bem pra quebrar regras. Genial? Super! e Super
infeliz também.

Gerry (Gerard Butler de novo) e Holly (Hilary Swank) se amavam, mas brigavam muito. Logo no começo, você vê ela lá, lamentando no velório, e demora pra cair a ficha do que tá acontecendo…A princípio você pensa que é o futuro e dai ela vai contar a história dos dois. Mas, não… É o presente mesmo.

E o filme todo passa com a Holly recebendo misteriosamente as cartas de Gerry, sabe-se-lá por quem (talvez do próprio Gerry?). Sinceramente, o cara pode amar ela, mas mandar carta depois da morte dizendo coisas que poderia ter dito em vida, só fez piorar a resiliência da coitada.

E porque do numero 1 em tragédia? Porque é vazio. Um filme sem expectativas. A morte lhe tomando o que você ama, e não é ficção, ele não vai voltar… nunca mais… o.O

(silêncio mortal….)