The Balm e sua Identidade Retrô, chega ao Brasil

intro

Oi Galerinha!

Não sei se todos conhecem a marca americana de maquiagem The Balm, afinal, ela acaba de chegar no Brasil. O que me chamou atenção e resolvi trazer aqui pro blog, foi a identidade visual que a marca utiliza. Através da linguagem retrô que é o grande diferencial, a marca expõe as embalagens das makes que fica aos cuidados da Designer Mary Munoz. E não é só a parte gráfica e as makes em si que atrai. A marca tem uma linguagem bacana pra comunicar a qualidade de seus produtos, através de personagens retrô. Por exemplo, a Máscara de Cílios questiona sobre qual é o seu tipo, fazendo alusão a algum galã da década de 50 :) Você pode escolher entre o alto, de preto e elegante ou o longo, volumoso e definido, hahahaha E também tem as irmãs de bronzer e iluminador que estão sendo procuradas pela polícia por serem incrivelmente belas. Despertando a vontade de colecionar que há dentro de mim, eis alguns dos produtos (reparem nas embalagens):

rimel-e-bronzerblushsombraBOYbatons

Os batons são cremosos e possui  seis tons com sabor de menta e baunilha: vermelho, nude, coral, bronze, rosa e marrom.

paleta

A belezinha da paleta nude foi o que mais me encantou. Com 12 sombras aveludadas, entre tons neutros e de bronze. Cada dupla de sombra representa uma mulher com uma “fase”, que varia com nosso humor e dia, quando temos por vezes o lado mais sexy ou mais sério por exemplo.

Mamas

Já a coleção Mama é composto de um bronzer, um blush e um pó translucido que absorve a oleosidade da pele. Pretendo ainda testar os produtinhos pra ver a cobertura, durabilidade, etc, mas no quesito design retrô mandaram muito bem.

A marca pode ser encontrada na The Beauty Box virtual e logo logo nas lojas físicas.

Bjs e até a próxima \o/

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Up – Altas Aventuras (2009)

“Whoa, that’s s gonna be like a billion transfers to get back to my house… “

Esqueci como é falar menos de detalhes técnicos e filosofar mais sobre um filme, que de fato é o principal foco desse espaço considerando que não sou estudada sobre o assunto. Up é o tipo de animação que não preciso me esforçar muito para lembrar disso. A parte do mundo animado, da história contagiante com cenas engraçadas e gráficos excepcionais, está uma analogia clara das nossas vidas, o que fazemos dela, e principalmente da história que fazemos e percebemos anos mais tarde quando olhamos pra trás. Este post é mais pra quem assistiu do que pra quem quer uma indicação. Perdoem o fato de eu ser seletiva desta vez. Mas, na realidade, esta resenha é mais pra falar do que Up passa pra mim (de uma forma MUITO pessoal) e o poder que a Pixar tem de fazer o mesmo em diversas animações.

Estava eu conversando hoje com uma amiga, sobre as coisas que a gente faz, e a crise dos 20 anos – aquela fase que se quer tudo, fazer tudo, aprender tudo, sem nos agarrarmos em quase nada específico por não priorizar nada. Eu acabei lembrando de uma cena de Up, que foi a que me fez fazer este post, considerando que já faz um bom tempo que vi o longa.  Carl Fredricksen lamenta não ter dado a Ellie, sua esposa, uma grande aventura da qual sonhavam desde crianças: viajar para a América do Sul, desbravar o mundo, conhecer coisas novas.

Uma das cenas mais emocionantes de Up, é quando Fredricksen, já quase no final da animação, acaba foleando um livro que até então era destinado para colocar as fotos e aventuras que o casal faria se tivesse ido para a América do Sul. E então, ele acaba encontrando dezenas de fotos de ambos, construindo a casa, casando, e enfim, detalhes simples do dia a dia, que acabaram fazendo todo o sentido. A Pixar é fodástica não somente por saber fazer uma piada, saber fazer um enredo, mas principalmente por tocar lá no fundo da gente, por razões que embora seja pessoal de cada um, é também um sentimento quase hunanime, porque muitos passaram pela mesma coisa. Um exemplo claro disso é a nostálgica infância que Toy Story desperta em praticamente todo o mundo.

Fredricksen, que nunca teve filho pois ele e sua esposa não podiam, acaba esbarrando com um gordinho escoteiro – Russel, que por sua vez, não tem atenção fraterna com ninguém específico até então. Com Russel, o Sr. Fredricksen volta a ser criança, faz a grande tal aventura com aquele que posteriormente considerou como um filho. E Ellie, apesar de morrer logo no ínicio da história, onde nos mostra um flashback gostosíssimo de ver (e que rende o maior chororô, mais do que qualquer final de outra animação) mostra através daquele álbum que também teve sua aventura e que ela pode também olhar pra trás e dizer que valeu a pena.

O que Up sempre me passa é exatamente isso: Apesar da crise que temos do que fazer para que nossas vidas possam valer a pena, a história e aventura de cada um é única, e até mesmo nas coisas simples da vida temos algo belo, uma relíquia que faz fecharmos o livro concluindo que não havia nada a mais especial do que aquilo para ser escrito.

Romance sem romantismo

Saudações!

Em especial de Dia dos Namorados, teremos dois posts relacionados ao tema! Claro, que não me permiti falar de água com açúcar aqui, por mais lindo que seja. Então este primeiro post é mais uma indicação nossa de dois filmes bem legais onde o amor não é recíproco e as pessoas não vivem felizes para sempre como alma gêmeas! ♥

 

Existem diferenças relevantes entre os dois filmes, pois ao mesmo tempo que um você encara super bem o final, o outro te dá um certo vazio gigantesco e até uma pena do Clooney. De qualquer forma, ambos transmitem significados muito interessantes que podem servir de lição. 

(500) Dias com ela – (2009) – Dir. Marc Webb

♫ “Color my life with the chaos of trouble” ♪

Tom (Joseph Gordon-Levitt) trabalha numa empresa de desenvolvimento de cartões comemorativos. Logo, ele conhece a nova assistente da empresa, Summer (Zooey Deschanel) e se apaixona. Entre The Smiths, brigas e bagunças, eles vivem um relacionamento de certa forma intenso…

Nisso, a Summer dá um fora nele… Tom fica todo triste lembrando dos momentos com ela. O filme todo você fica imaginando como isso vai terminar, apesar da Summer ter uma postura beeemm desapegada e descrente no amor.

O estilo do filme é todo retro, ao mesmo tempo que é  atual. E a trilha sonora é bem legal também.

Trailer:

 

Amor sem escalas – (2009) – Dir. Jason Reitman

“The stars will wheel forth from their daytime hiding places, and one of those lights, slightly brighter than the rest, will be my wingtip passing over.”

A profissão de Ryan (George “Awesome” Clooney) é demitir as pessoas e ele apresenta uma postura meio fria nesse aspecto, afinal não pode se influenciar pelo sentimentalismo e decepção das pessoas demitidas. Ele é todo anti-amor, não é nada caseiro, vive viajando por conta da profissão, e não se apega muito com a família. Típico executivo da sociedade moderna e metropolitana sabe? Sozinho e aparentemente realizado. Daí surge a Natalie (Anna Kendrick) que ameaça sua profissão, criando um sistema para demitir as pessoas pela rede. Ela acaba até se dando bem com Ryan, mas é o oposto dele, toda emo, apaixonadinha pelo noivo e chorona quando ele lhe dá um pé na bunda.

Numa das viagens, Ryan conhece Alex (Vera Farmiga – que sobrenome é esse?) e depois de várias copulações e conhaques, ele se apaixona por ela, e aos poucos volta a ser um cara que dá valor as pessoas, a família e a amizade. E se fode em alguns aspectos desta mudança.

 

Veja o Trailer:

Apesar do desamor todo do post, vale a pena assistir os dois filmes, seja solteiro ou cônjugue de alguém…