Bruxas Bacanas!

Saudações caros!

Vou contar uma coisa inicial no post de hoje: Eu AMO Halloween! Gostaria que aqui no Brasil tivesse mais forte esta data na nossa cultura como temos o lixo do Carnaval (desabafo=ON).

Enfim, acho genial festas a fantasia, abóboras espalhadas com luzes dentro, e aquele ritual todo de gostosuras ou travessuras. E enxergo mais a data como uma festa realmente de tudo o que há de mais freak e legal do que o lance de “Vamos assistir Decapitação na Casa do Alto da Colina Parte 4”.  É claro que sempre temos espaço para o terror. Quando eu tinha 15 anos eu corri no telhado de casa com uma faca e a máscara do Pânico atrás da minha vizinha também de 15. Tomei bronca da minha mãe, assustei a família com o lance de “Será que ela é uma futura psicopata?” mas foi legal mesmo assim… (tá a faca afiada de açougue eu deveria ter trocado por uma de cartolina, mas enfim…).

Outra verdade é que eu adoro filmes de bruxas que tem uma trama de comédia ou até mesmo romance. Como é o caso das duas indicações que vou dar. Lembro que todo ano eu presenteava ou pelo menos desejava um feliz dia das Bruxas para as minhas amigas (a gente se chamava carinhosamente de “bruxa”) e esses filmes me fazem lembrar absurdamente delas. Então, além da indicação, eu dedico esse post para as queridas Barbara e Amanda Bia, minhas bruxas preferidas e lindas ^^

Então, vamos lá:

Abracadabra –  (1993) – Dir. Kenny Ortega

“Oh look, another glorious morning. Makes me SICK!”

Criado pela Disney em 1993, e um dos grandes clááásicos de Sessão da Tarde para a data. Traz no elenco Bette Midler como Winnie (excelentíssima), Sarah Jessica Parker como Sarah (glamourosa desde sempre né?), e Kathy Najimy como Mary. As três fazendo o papel das Bruxas que são libertadas de uma maldição depois de 300 anos.

Destaque para a cena da música I Put Spell on You com Bette Midler arrasando na performance.

Filme super gostoso de assistir, com pitadinhas de fantasias boas que só a Disney sabe dar. Fiquei com vontade de assistir agora =P

Confira o trailer:

 

Da Magia à Sedução –  (1998) – Dir. Griffin Dunne

“I don’t know. Maybe I had my happiness. I don’t want to believe it but, there is no man, Gilly. Only that moon.”

Não é um puta de um filme, evidente. E garotas, assistam sem a presença de seus respectivos companheiros. Namorados odeiam filmes assim. Se ele amar, suspeite.

De qualquer forma, nem mesmo eu amo este filme. Gosto dele porque tem um toque especial, um certo humor negro (mesmo que pouco), um romantismo meio mágico no ar, e o clima de feitiçaria que deixa o filme muito interessante. Não é bem seu roteiro que atrai, considerando que é só mais uma comédia romântica. Mas sim, o estilo e a linha que ele segue. Todo filme romântico ou comédia que mistura magia pra mim, fica sendo muito mais “mágico” (num diga!). Afinal, já que estamos falando de algo irreal como casais viverem felizes para sempre, e amor eterno, já chutemos logo o balde e fazemos uma história 100% fantasia com direito a dança nudista ao Luar e Margueritas a Meia-Noite, correto?

Confira o trailer:

Sex and the City 2 (2010)

♫ “Oh, I am woman, I am invincible, I am strong!” ♪

Sim, vamos futilizar um pouco o Le Matinée, porque eu faço parte da lista de mulheres que assistiram todos os episódios da série, ama o Mr. Big e compra sapato como se precisasse muito de um par novo a cada mês. E claro, há um certo glamour por dentro…

É muito complicado comentar sobre o filme, tanto este quanto o primeiro, pois há diferenças relevantes entre aqueles que assistiam a série, e os que nunca assistiram. Eu não sei se consigo ver o filme somente como um filme, sem considerar as 6 temporadas que marcaram uma longa história novelística de Carrie, Samantha, Miranda e Charlotte…

Bem verdade, que eu assumo que o primeiro filme é um grande enjoo, demasiado longo e fraco. Mas, apesar disso eu gostei. Porque quem viu a saga amorosa da Carrie, sonhava em poder assistir o casamento dela com o Mr.Big.

Quanto a este segundo filme, eu ouso em dizer que até pra quem não assistiu a série, pode sim ser capaz de gostar. É muito mais engraçado que o primeiro, principalmente por causa da Samantha Jones, claro. O antagonismo dela com o Oriente Médio (ela ganha uma viagem pra Abu Dhabi e leva consigo as 3 amigas de brinde) é o que faz a graça toda do filme, principalmente no final.

Carrie entra numa espécie de crise em seu casamento, e ainda por cima encontra nada mais nada menos do que Aidan, seu romance intenso que tinha ficado pra trás…  Charlotte, graças ao diabo do ombro esquerdo (Samantha) começa a ver a babá de suas filhas com certo receio por causa de seu marido (detalhe que a Babá não usa sutiã o.O). E Miranda, anda muito bem com Steve, superando a traição e até largando o emprego para dedicar mais tempo em família.

E a cena do Karaokê é um momento daqueles super legais de assistir, dá até vontade de chamar as amigas pra fazer uma jan session também =)

Sim, não é aquele puta filme que você sai do cinema enebriada. É só mais um filme medíocre. Mas, permito-me adorá-lo, porque eu adoro a série, e eles conseguem prolongar toda a novela para a 7º arte, e é muito legal ter uma sensação de continuação do que aconteceu com as 4 amigas de Manhattan. E o filme ainda fecha com o clássico da Cindy Lauper, True Colors (crááásico de 1986).

Ainda, devo destacar três pontos bacanas no filme: Um “flashback” de cada uma em versão anos 80, o casamento gay de Stanford e Anthony com Glamour até nas meias, e claro, Liza Minelli no auge da sua velhice dando uma de Beyoncé e fazendo uma perfeita coreografia.

Devo destacar que odiei o clima pop e a trilha sonora do filme. Sei que a idéia é deixar contemporâneo a essência do filme, mas não acho que a trilha sonora combina bem com o filme (com exceção de Cindy Lauper e um clássico “I am Woman” cantado no karaokê). Senti falta daquele solinho legal padrão que tocava em toda vinheta da série.